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Bispos brasileiros reunidos no Rio expressam sua rejeição ao laicismo do PNDH de Lula

Mais de 40 bispos brasileiros publicaram um pronunciamento expressandoa sua rejeição aos pontos polêmicos do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos como a legalização do aborto e das uniõeshomossexuais e a criação de mecanismos para impedir a ostentação desímbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.A nota foi enviada esta noite à nossa redação, e a publicamos na íntegra a seguir:

Nós abaixo-assinados, impelidos por nosso dever pastoral como Bispos católicos, provenientes de várias regiões do País, reunidos em um encontro de atualização pastoral – prosseguindo a tradição profética da Igreja Católica no Brasil que, nos momentos mais significativos da história de nosso País, sempre se manifestou em favor da democracia, dos legítimos direitos humanos e do bem comum da sociedade, em continuidade com a Declaração da CNBB do dia 15 de Janeiro de 2010 e com a Nota da Comissão Episcopal de Pastoral para a Vida e a Família e em consonância com os pareceres emitidos por diversos segmentos da sociedade brasileira feridos pelo III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), assinado pelo Presidente da República no dia 21 dedezembro de 2009 – nos vemos no dever de manifestar publicamente nossa rejeição a determinados pontos deste Programa.

 
Evangelização e testemunho comum de cristãos perante um mundo indiferente.

 Ao presidir a oração das Vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros em Roma na festa da conversão do Apóstolo de Gentes, o Papa Bento XVI ressaltou a necessidade do testemunho comum dos cristãos e uma nova evangelização perante um mundo cada vez mais "marcado pela indiferença religiosa e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã".

Na celebração litúrgica ao finalizar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, sobre o tema: "Vós são testemunhas de todas estas coisas" e perante diversos representantes de outras confissões cristãs, o Santo Padre ressaltou que "o convite a um testemunho comum de Cristo ressuscitado segundo o mandato que confiou aos discípulos, está unida à lembrança do centenário da Conferência missionária de Edimburgo, na Escócia, que é considerado por muitos como um acontecimento determinante para o nascimento do movimento ecumênico moderno".

"Precisamente o desejo de anunciar a outros a Cristo e de levar ao mundo sua mensagem de reconciliação faz experimentar a contradição da divisão dos cristãos. A comunhão e a unidade dos discípulos de Cristo é, portanto, condição particularmente importante para uma maior credibilidade e eficácia de seu testemunho".

Bento XVI destacou logo que "em um mundo marcado pela indiferença religiosa, e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã, é necessária uma nova, intensa, atividade de evangelização, não só entre os povos que nunca conheceram o Evangelho, mas também naqueles nos que o cristianismo se difundiu e forma parte de sua história".

Depois de pôr de relevo que seguem existindo "questões que separam uns dos outros, e que esperamos que possam ser superadas através da oração e o diálogo", o Papa afirmou que há entretanto "um conteúdo central da mensagem de Cristo que podemos anunciar juntos: a paternidade de Deus, a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte com sua cruz e sua ressurreição, a confiança na ação transformadora do Espírito".

"Enquanto estamos em caminho para a comunhão plena, estamos chamados a oferecer um testemunho comum frente aos desafios cada vez mais complexos de nosso tempo, como a secularização e a indiferença, o relativismo e o hedonismo, os delicados temas éticos concernentes ao princípio e ao final da vida, os limites da ciência e da tecnologia, o diálogo com as demais tradições religiosas".

O Papa Bento XVI assinalou também que "há ademais ulteriores campos nos quais devemos dar a partir de agora um testemunho comum: a salvaguarda da Criação, a promoção do bem comum e da paz, a defesa da centralidade da pessoa humana, o compromisso para vencer as misérias de nosso tempo, como a fome, a indigência, o analfabetismo, a desigual distribuição dos bens".

"O compromisso pela unidade dos cristãos não é só tarefa de alguns, nem atividade acessória para a vida da Igreja. Cada um está chamado a dar sua contribuição para levar a cabo os passos que levem a comunhão plena entre todos os discípulos de Cristo, sem esquecer nunca que é acima de tudo um dom de Deus que deve ser invocado constantemente", concluiu.

 
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Na parábola do semeador(Marcos 4,1-20), Cristo mostra-nos que a Sua palavra se dirige a todos indistintamente. Com efeito, tal como o semeador da parábola não faz qualquer distinção entre os terrenos, mas semeia em todas as direções, também o Senhor não distingue entre o rico e o pobre, o sábio e o tolo, o negligente e o aplicado, o corajoso e o cobarde, mas dirige-Se a todos e, apesar de conhecer o porvir, pelo Seu lado empenha-se totalmente, de modo a poder dizer: «Que devia eu fazer que não tenha feito?» (Is 5, 4). [...]

Além disso, o Senhor diz este parábola para encorajar os Seus discípulos e educá-los a não se deixarem abater mesmo se os que acolhem a palavra são menos numerosos do que os que a desperdiçam. Era assim para o próprio Mestre que, apesar do Seu conhecimento do futuro, não cessava de espalhar a semente.

Mas, dirás tu, que benefício havia em espalhá-la nos espinheiros, nas pedras ou no caminho? No caso de se tratar de uma semente e de uma terra materiais, isso não faria sentido; mas quando se trata de almas e da Palavra, a coisa é inteiramente digna de elogios. Reprovar-se-ia com razão um agricultor que agisse assim; a pedra não pode tornar-se terra, o caminho não pode deixar de ser um caminho e os espinhos não podem deixar de ser espinhos. Mas no domínio espiritual não é do mesmo modo: a pedra pode tornar-se uma terra fértil, o caminho não mais ser pisado pelos caminhantes e tornar-se um campo fecundo, os espinhos podem ser arrancados e permitirem à semente frutificar livremente. Se isso não fosse possível, o semeador não teria espalhado a Sua semente como o fez.

São João Crisóstomo

 
Com a medida que empregardes para medir é que sereis medidos

Estando Cristo invisível, não Lhe podemos mostrar o nosso amor; mas os nossos vizinhos estão sempre visíveis, e podemos fazer por eles aquilo que, se Cristo fosse visível, gostaríamos de fazer a Ele.

Hoje, é o mesmo Cristo que está presente naqueles de que ninguém precisa, que ninguém emprega, de que ninguém cuida, que têm fome, que estão nus, que não têm lar. Esses parecem inúteis ao Estado e à sociedade; ninguém tem tempo para lhes dar. Compete-nos a nós, cristãos, a vós e a mim, dignos do amor Cristo se o nosso é verdadeiro, compete-nos a nós procurá-los, ajudá-los; eles estão lá para que os encontremos.

Trabalhar por trabalhar, tal é o perigo que nos ameaça permanentemente. É aí que o respeito, o amor e a devoção intervêm, para que dirijamos o nosso trabalho a Deus, a Cristo. Eis o motivo porque tentamos fazê-lo da maneira mais bonita possível. Bem-aventurada Teresa de Calcutá

 
A palavra do GED 2– 16/11/2009 PDF Imprimir E-mail

Caros Irmãos em Cristo, Paz e Bem!
No último dia 15 de Novembro  estivemos  reunidos na Chácara Pentagna, para comemorarmos os 40 anos do MCC na Diocese de Valença. Na oportunidade, as Escolas Vivenciais de Formação contaram suas histórias ao longo desses 40 anos, retratando os fatos marcantes de suas trajetórias em nossa Diocese.
Nesta oportunidade tivemos a presença do coordenador do GER Leste I o Sr Luiz Carlos Fontes do GED de Cachoeiro do Itapemirim.
Foi um momento marcante na história do nosso GED, onde refletimos sobre o nosso compromisso com o passado e reafirmamos nossa motivação para o futuro.

 Saudações Decolores!   
Jefferson.

                 

 
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