Carta MCC Brasil – Fev/2012 (150ª.)
“Dou graças a meu Deus, cada vez que me lembro de vós nas minhas orações por cada um de vós. É com alegria que faço minha oração, por causa da vossa comunhão no anúncio do evangelho; desde o primeiro dia até agora. Eis a min há convicção: Aquele que começou em vós tão boa obra há de levá-los a bom termo, até o dia do Cristo Jesus” (Fl 1,3-6).
Amados e amadas, desejo ardentemente que todos estejam mergulhados na intimidade com o “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação” (cf.2Cor 1,3):
- 1. Carta mensal 150ª. Começo esta Carta ousando fazer minhas as palavras do Apóstolo Paulo aos Filipenses. A motivação é clara pois, alimentados pela graça de Deus, nosso Pai, pelo amor da sua Palavra – Jesus –, pela inspiração do seu Espírito Santo e pelo interesse e apoio de todos vocês, queridos e benévolos leitores e leitoras, chegamos a esta Carta que, de maneira muito especial, vem carregada de responsabilidade e de carinho por todos e por cada um. E por quê? Porque é a Carta de número cento e cinquenta. Tendo começado a escrevê-las no mês de setembro de 1999, quando ainda era eu Assessor Nacional do Movimento de Cursilhos, continuei a redigi-las em nome do Grupo Executivo Nacional (GEN) a pedido do novo Assessor, Pe. Francisco Luiz Bianchin (nosso querido Pe. Xico) que voltou à mesma solicitação em recente reunião do GEN. Delas já foi publicado um volume contendo as primeiras cem[1].
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A perda de um querido irmão em Cristo! É muito difícil superar essa perda. Dizer adeus àquelas pessoas que amamos e que convivemos por algum tempo, que faz parte da nossa vida, que nos ensinou muitas coisas, inclusive a viver, é uma tarefa sobre-humana. Mas é a vida. E assim temos que aprender a viver. A morte também faz parte. Luiz Carlos Fontes (Coordernador do GER - Leste I) era o Movimento em pessoa, era o querigma do Movimento vivendo o dia a dia de sua essência, era o discípulo amado que fazia nosso coração se sentir inquieto e ansioso por levar Jesus Cristo aos outros. Hoje o sonho de estar com Luiz Carlos foi-se, levado pelas trevas que infestam corações, mas a morte não venceu, pois Jesus Cristo ama os que o amam e arrebatou nosso irmão para junto de si, onde ele terá a vida eterna. Cremos na ressurreição e por isso sabemos que nosso querido irmão Luiz Carlos Fontes -(O Rator) estará na Glória de Deus por onde fez por merecer durante toda sua vida. Com isso em mente, eu diria que a melhor maneira de mostrar o quanto gostamos dele é seguir em frente e correr atrás dos nossos sonhos, procurar dar continuidade em tudo aquilo que ele nos deixou. Primeiro porque é o que ele gostaria que fizéssemos e segundo, porque se ele estiver nos assistindo, com certeza ficará muito feliz. É fazer com que se orgulhe de nós, mesmo que não esteja fisicamente do nosso lado. É mostrar-lhe a pessoa que nos tornamos, e tudo graça à participação dele. É fazer com que sinta orgulho de ter feito parte da nossa vida. E esperar ansiosamente pelo dia de nos re-encontrarmos novamente. Continuaremos todos juntos de mãos dadas na mesma estarda, pois somos todos irmãos. Um até breve Decolores, querido irmão Rato. Chamado aos jovens
«Segue-Me»
Visite o Site do MCC: http://www.cursilho.org.br/loja.php?cat=materiais_evangelizacao
Download: http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/241-cf-campanha-da-fraternidade/386-cf-2012 Todos os anos durante o período quaresmal, tempo de conversão, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realiza a Campanha da Fraternidade, que tem por objetivo despertar a solidariedade de seus fiéis e de toda a sociedade em relação a um problema concreto que envolve toda a nação, buscando uma solução para o mesmo.
Para o ano de 2012, a CNBB sugeriu o tema "Fraternidade e Saúde Pública" e o lema "Que a saúde se difunda sobre a terra". Dessa forma, o Portal da Capela São José, pelo segundo ano, disponibiliza aos internautas os materiais que auxiliarão durante esta CF.
O pesadelo continua... Jorge Medeiros A quebradeira dos países europeus é conseqüência dos subsídios políticos dado aos capitalistas e dos desvios do erário público para instituições particulares e para a indústria da guerra (leia-se indústria armamentista). Os “homens” não entenderam que não havia como perdurar um sistema perverso por eles montado apenas pelo poder e para o poder, visando principalmente demonstrar uma faceta que na realidade nunca tiveram. A AMIZADE UMA NECESSIDADE FUNDAMENTAL PARA O MCC
Estamos no movimento por Cristo sim, mas também pelas nossas relações afetivas. Eu aprendi que estou aqui por Cristo, SIM, mais também por vocês, foi aqui que eu aprendi a amar cada um de vocês.A través das nossas relações entramos num processo de humanização em busca da plenitude humana encarnada por Jesus Cristo. Nossas relações afetivas ou de amizade, tendo como modelo Jesus Cristo, encontramos o elemento essencial para o nosso crescimento humano, pois nessas relações deixamos de voltar nossas atenção somente para si – embora seja necessário em alguns momentos a interiorização reflexiva –, nos tornamos assim disponível para os outros – num gesto de doação –,permitindo assim existir, conhecer e se encontrar. Se escolhi ser católico, cristão, cursilhista, escolhi também…Por Paty Melhem - retirado do Blog MCC :
- Ter Jesus como modelo de mestre e servidor e ser fiel a esse modelo. - Assumir seu chamado com entusiasmo e como realização da minha vocação batismal. - Comprometer minha vida em benefício de mais vida para meu próximo. - Assumir corajosamente meu batismo e fazer parte da minha comunidade, atendendo com boa vontade ao que a minha Diocese sugere como prioridades. «Sempre que comerdes este pão e beberdes este vinho proclamareis a morte do Senhor, até que Ele venha»
O tema é recorrente, e como diz o linguajar popular “Mais velho que andar pra frente”. Mas, nestes dias em que há tantos apelos ao supérfluo, às facilidades ao alcance de um “clique”, ficamos instigados a retomar a discussão sobre como conduzir nossas escolas vivenciais. Padre Beraldo escreveu certa vez que “A Escola do MCC é um “clima”, uma mística de discipulado do Mestre Jesus Cristo. Portanto, não se restringe a um dia ou a uma noite. É a vida inteira do cristão que é uma Escola. Mas, um dos momentos fortes dessa Escola é quando seus participantes comprometidos se reúnem para a) rezar juntos, animados pelo Espírito de Deus e pela presença de Jesus, b) refletir sobre a Palavra de Deus, c) trocar experiências de ação evangelizadora vivenciada em seus ambientes, d) discutir e projetar estratégias para uma presença ativa nas realidades do mundo, e) informar-se sobre a conjuntura da atualidade, analisando sua incidência sobre as responsabilidades do cristão em relação ao anúncio do Reino de Deus, f)estudar a doutrina para fortalecer sua fé, g) alimentar suas ideias e aquecer seus corações, bem como tomar conhecimento das orientações pastorais da Igreja e dos documentos do MCC e de sua atualização com a caminhada da Igreja. Essa é a Escola do Movimento de Cursilhos. Isso tudo faz-se de maneira organizada, didaticamente planejada, pedagogicamente transmitida. Para que tudo possa ser claramente assimilado e eficazmente executado; conscientemente assumido e comprometidamente concretizado.” |

Escutei muitas vezes pessoas dizendo, eu mesmo disse muitas vezes, que estão no MCC somente por Jesus Cristo, desculpe, mas não é somente por Ele, pois se fosse poderiam participar de qualquer outro movimento ou pastoral.
Publicamos este artigo em 16/01/2011 e hoje 16/01/2012 achamos por bem republicar afim de reavivar as sábias palavras do nosso querido Papa João Paulo II, sobre a importância da presença jóvem em nossa Igreja e principalmente em nosso MCC. Cristo precisa de vós jóvens para realizar o Seu projeto de salvação!



Para muitos países o ano de 2011 poderia ser apagado e esquecido para sempre, pois muito mais que tragédias naturais, foram as tragédias sociais, administrativas e políticas, que trouxeram a tona o grande mal da atual “humanidade”: a corrupção, o desmazelo com o bem público e o desrespeito com a vida do povo, em especial os mais pobres.
(baseado nos dctos – DGC, GS,ChL)
«Jesus, sabendo bem que tinha chegado a Sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os Seus que estavam no mundo, levou o Seu amor por eles até ao extremo». E eis que, durante a refeição pascal, a última antes da Sua partida para o Pai, se revela um sinal novo: o sinal da Nova Aliança. «Até ao extremo» quer dizer: até Se dar a Si próprio por eles. Por nós. Por todos. «Até ao extremo» significa: até ao fim dos tempos. Até que Ele venha pela segunda vez.

