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"Peregrinando Rumo ao Jubileu"

É hora do julgar: "Relançamento do MCC no Brasil". Mas para que isso aconteça será necessário: “Que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé”.
Trabalhos para o ano de 2010.

 
Últreia de 40 Anos -GED Valença

Aconteceu no dia 15 de novembro último o encontro comemorativo dos 40 anos do Movimento de Cursilhos de Cristandade na diocese de Valença.
Entre os 170 cursilhistas presentes também tivemos a presença de Dom Elias, do nosso assessor eclesiástico Frei Cláudio e do coordenador Regional Leste I o Sr Luiz Carlos Fontes do GED de Cachoeira do Itapemerim.
A abertura do evento ficou marcada com uma retrospectiva dos principais fatos acontecidos no Brasil em 1969, nos mostrando que apesar das dificuldades e dos impedimentos causados pela censura e repressão da ditadura militar, algumas pessoas tiveram a coragem e a ousadia de fazer acontecer o 1º encontro de Cursilho na cidade de Vassouras.
A história MCC foi relembrada e celebrada por representantes de todas as escolas vivenciais da diocese de Valença (Valença, Vassouras, Paraíba do Sul, Três Rios, Rio das Flores, Sapucaia, Miguel Pereira/Paty do Alferes). Um dos momentos marcantes deste encontro foi a participação dos jovens que após o seu 3º Cursilho nos mostrou que já tem a sua história para contar, em sua apresentação mostrou a importância e o comprometimento dos jovens no MCC.
A ultreia teve como fundo a celebração dos 40 anos, mas a participação de todos nos mostrou que não ficamos só na comemoração, sim como um reavivamento do nosso compromisso com o passado, com o presente e principalmente com o futuro. No Regional Leste I  estamos trabalhando no tríduo preparatório do jubileu de ouro do MCC no Brasil para 2012, que tem como Lema: "Que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé" (Cf Ef 4,13-13) e os Temas: Peregrinando rumo ao jubileu e Relançamento do MCC no Brasil.
Ao final do evento tivemos a participação do Coordenador diocesano Sr. Jefferson Soares que nos deixou a seguinte mensagem: Precisamos ter consciência para assumirmos de verdade as palavras de São Paulo Apóstolo: AI DE MIM SE NÃO EVANGELIZAR!
 
Lei e dignidade humana

O valor da vida está por cima de falsos critérios "práticos" recorda o Papa
Ao dirigir-se este sábado aos membros da Pontifícia Academia para a Vida, o Papa Bento XVI recordou que as legislações não podem inspirar-se em aparentes critérios "práticos", a não ser no intrínseco valor da vida humana, ao momento de legislar sobre temas relacionados com a vida.

“De fato, desde o primeiro instante, a vida do homem se caracteriza por ser vida humana, e por este motivo possui sempre, em todo lugar, e apesar de tudo, dignidade própria. De outro modo estaríamos sempre ante a presença do perigo de um uso instrumental da ciência, com a inevitável conseqüência de cair facilmente na arbitrariedade, na discriminação, e no interesse econômico do mais forte”, advertiu o Pontífice, ao falar com os membros da Academia Pontifícia, que este ano reflete sobre a relação entre bioética e lei moral natural.

“Precisamente -prosseguiu o Pontífice- o reconhecimento da dignidade humana, enquanto direito inalienável, encontra seu primeiro fundamento nessa lei não escrita pelo homem, mas inscrita Por Deus Criador no coração do homem que todo ordenamento jurídico está chamado a reconhecer como inviolável, e toda pessoa está chamada a respeitar e promover”.

O Santo Padre destacou logo a necessidade de repetir com firmeza, que “não existe uma compreensão da dignidade humana ligada só a elementos externos como o progresso da ciência, a gradualidade na formação da vida humana, ou a piedade fácil ante situações limites”; e assinalou, frente à existência de muitos critérios supostamente "prático" ou de falsa "compaixão", que leva a aprovação de leis como a legalização da eutanásia, que “quando se invocar o respeito pela dignidade da pessoa, é fundamental que este seja pleno”.

Bento XVI destacou logo a existência das graves contradições que existem hoje sobre a compreensão da vida humana, que estão levando a um "naufrágio relativista", como o demonstra a história; e explicou que a lei moral natural permita eliminar este perigo e sobre tudo, “oferecer aos legisladores a garantia de um autêntico respeito da pessoa.”

“Ilustres membros da Pontifícia Academia para a Vida, no contexto atual seu compromisso se torna sempre mais delicado e difícil, mas a crescente sensibilidade em relação à vida humana, anima a prosseguir sempre com maior ímpeto e valentia, neste importante serviço à vida e à educação nos valores evangélicos das futuras gerações”, concluiu.

 
Bispos brasileiros reunidos no Rio expressam sua rejeição ao laicismo do PNDH de Lula

Mais de 40 bispos brasileiros publicaram um pronunciamento expressandoa sua rejeição aos pontos polêmicos do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos como a legalização do aborto e das uniõeshomossexuais e a criação de mecanismos para impedir a ostentação desímbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.A nota foi enviada esta noite à nossa redação, e a publicamos na íntegra a seguir:

Nós abaixo-assinados, impelidos por nosso dever pastoral como Bispos católicos, provenientes de várias regiões do País, reunidos em um encontro de atualização pastoral – prosseguindo a tradição profética da Igreja Católica no Brasil que, nos momentos mais significativos da história de nosso País, sempre se manifestou em favor da democracia, dos legítimos direitos humanos e do bem comum da sociedade, em continuidade com a Declaração da CNBB do dia 15 de Janeiro de 2010 e com a Nota da Comissão Episcopal de Pastoral para a Vida e a Família e em consonância com os pareceres emitidos por diversos segmentos da sociedade brasileira feridos pelo III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), assinado pelo Presidente da República no dia 21 dedezembro de 2009 – nos vemos no dever de manifestar publicamente nossa rejeição a determinados pontos deste Programa.

 
Evangelização e testemunho comum de cristãos perante um mundo indiferente.

 Ao presidir a oração das Vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros em Roma na festa da conversão do Apóstolo de Gentes, o Papa Bento XVI ressaltou a necessidade do testemunho comum dos cristãos e uma nova evangelização perante um mundo cada vez mais "marcado pela indiferença religiosa e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã".

Na celebração litúrgica ao finalizar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, sobre o tema: "Vós são testemunhas de todas estas coisas" e perante diversos representantes de outras confissões cristãs, o Santo Padre ressaltou que "o convite a um testemunho comum de Cristo ressuscitado segundo o mandato que confiou aos discípulos, está unida à lembrança do centenário da Conferência missionária de Edimburgo, na Escócia, que é considerado por muitos como um acontecimento determinante para o nascimento do movimento ecumênico moderno".

"Precisamente o desejo de anunciar a outros a Cristo e de levar ao mundo sua mensagem de reconciliação faz experimentar a contradição da divisão dos cristãos. A comunhão e a unidade dos discípulos de Cristo é, portanto, condição particularmente importante para uma maior credibilidade e eficácia de seu testemunho".

Bento XVI destacou logo que "em um mundo marcado pela indiferença religiosa, e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã, é necessária uma nova, intensa, atividade de evangelização, não só entre os povos que nunca conheceram o Evangelho, mas também naqueles nos que o cristianismo se difundiu e forma parte de sua história".

Depois de pôr de relevo que seguem existindo "questões que separam uns dos outros, e que esperamos que possam ser superadas através da oração e o diálogo", o Papa afirmou que há entretanto "um conteúdo central da mensagem de Cristo que podemos anunciar juntos: a paternidade de Deus, a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte com sua cruz e sua ressurreição, a confiança na ação transformadora do Espírito".

"Enquanto estamos em caminho para a comunhão plena, estamos chamados a oferecer um testemunho comum frente aos desafios cada vez mais complexos de nosso tempo, como a secularização e a indiferença, o relativismo e o hedonismo, os delicados temas éticos concernentes ao princípio e ao final da vida, os limites da ciência e da tecnologia, o diálogo com as demais tradições religiosas".

O Papa Bento XVI assinalou também que "há ademais ulteriores campos nos quais devemos dar a partir de agora um testemunho comum: a salvaguarda da Criação, a promoção do bem comum e da paz, a defesa da centralidade da pessoa humana, o compromisso para vencer as misérias de nosso tempo, como a fome, a indigência, o analfabetismo, a desigual distribuição dos bens".

"O compromisso pela unidade dos cristãos não é só tarefa de alguns, nem atividade acessória para a vida da Igreja. Cada um está chamado a dar sua contribuição para levar a cabo os passos que levem a comunhão plena entre todos os discípulos de Cristo, sem esquecer nunca que é acima de tudo um dom de Deus que deve ser invocado constantemente", concluiu.

 
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