Em sua mensagem para a Quaresma 2012, o Papa Bento XVI alentou os católicos a recuperarem a correção fraterna porque diante do mal não devemos ficar calados.
No texto titulado "Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" apresentado em conferência de imprensa no Vaticano, o Santo Padre recordou "um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correção fraterna, tendo em vista a salvação eterna".
Hoje em dia, disse o Papa, "se é muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro".
Depois de recordar que "Cristo mesmo nos manda repreender ao irmão que está cometendo um pecado", o Santo Padre ressaltou que "Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem".
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QUARESMA TEMPO DE ORAÇÃO
Neste ano de 2012, os textos que nos serão apresentados ao longo destas cinco semana, mostram-nos um percurso claro e definido: Deus quer oferecer-nos um mundo onde a felicidade é possível (1º domingo) e a sua Palavra ensina-nos o caminho (2º domingo), Palavra que nos chama à conversão e à renovação (3º domingo). Aceitar esta Palavra implica, pois, mudar de vida. Fiquemos, contudo, certos do amor de Deus, gratuito e incondicional (4º domingo). Quanto a nós, temos de estar atentos ao seu plano de salvação e ir ao encontro dos outros, no amor e no serviço (5º domingo). A “nova evangelização” a que a Igreja nos convida a todos nesta Quaresma impele-nos a não guardarmos este segredo do amor misericordioso de Deus e a partilhá-lo à nossa volta. Carta MCC Brasil – Abr 2012 (152ª.) “Acaso ignorais que todos nós, batizados no Cristo Jesus, na sua morte quer fomos batizados? Pelo batismo fomos sepultados com ele na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova” (Rm 6,3-4).
Amados irmãos e irmãs, seguidores dos passos de Jesus na Cruz e na Ressurreição! Logo no início deste mês, no dia 08, coroando a Santa Semana do Seu sofrimento e da Cruz, voltamos a exultar com as alegrias da Páscoa da Ressurreição de Jesus. Durante todo o tempo pascal, ou seja, por mais cinquenta dias, ressoará em nossos ouvidos, ou melhor, em nossa vida, o Aleluia da ressurreição. Pois, “sepultados com Ele pelo batismo, vivemos uma vida nova”. Por isso mesmo, nunca, em momento nenhum, a vida do cristão deveria deixar de ser uma celebração pascal e um contínuo “viver uma vida nova”. Por quê? São Paulo nos dá a resposta definitiva ao afirmar que a “nossa fé não tem nenhum valor” se Cristo não ressuscitou (cf.1Cor 15,17), mas “na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias do que morreram” (1Cor15, 20). Sabemos todos que pela ressurreição de Jesus estamos imersos no mais profundo do mistério da nossa fé, pois, contrariando a natureza humana, Deus movido pelo seu louco amor de Pai, através do seu Filho Jesus, faz-nos mergulhar na própria vida da Santíssima Trindade. Pois bem, sendo a Páscoa da Ressurreição, passagem da morte do pecado para vida, pois “pelo batismo fomos sepultados com ele na morte” para que “como Cristo foi ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova” (Rm 6,3), é uma celebração perene, eterna. Perene por ter sido iniciado ontem por Jesus; perene por ser continuada hoje por Ele e por seus seguidores; perene por que contem em si, uma esperança de vida nova nos braços do Pai eterno. Celebração, portanto, do ontem, do hoje e do amanhã. Chamado aos jovens
«Segue-Me»
Visite o Site do MCC: http://www.cursilho.org.br/loja.php?cat=materiais_evangelizacao
Download: http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/241-cf-campanha-da-fraternidade/386-cf-2012 Todos os anos durante o período quaresmal, tempo de conversão, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realiza a Campanha da Fraternidade, que tem por objetivo despertar a solidariedade de seus fiéis e de toda a sociedade em relação a um problema concreto que envolve toda a nação, buscando uma solução para o mesmo.
Para o ano de 2012, a CNBB sugeriu o tema "Fraternidade e Saúde Pública" e o lema "Que a saúde se difunda sobre a terra". Dessa forma, o Portal da Capela São José, pelo segundo ano, disponibiliza aos internautas os materiais que auxiliarão durante esta CF.
O pesadelo continua... Jorge Medeiros A quebradeira dos países europeus é conseqüência dos subsídios políticos dado aos capitalistas e dos desvios do erário público para instituições particulares e para a indústria da guerra (leia-se indústria armamentista). Os “homens” não entenderam que não havia como perdurar um sistema perverso por eles montado apenas pelo poder e para o poder, visando principalmente demonstrar uma faceta que na realidade nunca tiveram. A AMIZADE UMA NECESSIDADE FUNDAMENTAL PARA O MCC
Estamos no movimento por Cristo sim, mas também pelas nossas relações afetivas. Eu aprendi que estou aqui por Cristo, SIM, mais também por vocês, foi aqui que eu aprendi a amar cada um de vocês.A través das nossas relações entramos num processo de humanização em busca da plenitude humana encarnada por Jesus Cristo. Nossas relações afetivas ou de amizade, tendo como modelo Jesus Cristo, encontramos o elemento essencial para o nosso crescimento humano, pois nessas relações deixamos de voltar nossas atenção somente para si – embora seja necessário em alguns momentos a interiorização reflexiva –, nos tornamos assim disponível para os outros – num gesto de doação –,permitindo assim existir, conhecer e se encontrar. Se escolhi ser católico, cristão, cursilhista, escolhi também…Por Paty Melhem - retirado do Blog MCC :
- Ter Jesus como modelo de mestre e servidor e ser fiel a esse modelo. - Assumir seu chamado com entusiasmo e como realização da minha vocação batismal. - Comprometer minha vida em benefício de mais vida para meu próximo. - Assumir corajosamente meu batismo e fazer parte da minha comunidade, atendendo com boa vontade ao que a minha Diocese sugere como prioridades. «Sempre que comerdes este pão e beberdes este vinho proclamareis a morte do Senhor, até que Ele venha» |


Escutei muitas vezes pessoas dizendo, eu mesmo disse muitas vezes, que estão no MCC somente por Jesus Cristo, desculpe, mas não é somente por Ele, pois se fosse poderiam participar de qualquer outro movimento ou pastoral.
Mais uma vez, no caminho de preparação para a mais importante festa do calendário cristão, a Igreja nos propõe um tempo de preparação – de penitência e de escuta da palavra, de acolhimento do plano de Deus e de atenção aos irmãos.
na sua morte quer fomos batizados? Pelo batismo fomos sepultados com ele na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dos mortos pela ação gloriosa do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova” (Rm 6,3-4).

Publicamos este artigo em 16/01/2011 e hoje 16/01/2012 achamos por bem republicar afim de reavivar as sábias palavras do nosso querido Papa João Paulo II, sobre a importância da presença jóvem em nossa Igreja e principalmente em nosso MCC. Cristo precisa de vós jóvens para realizar o Seu projeto de salvação!



Para muitos países o ano de 2011 poderia ser apagado e esquecido para sempre, pois muito mais que tragédias naturais, foram as tragédias sociais, administrativas e políticas, que trouxeram a tona o grande mal da atual “humanidade”: a corrupção, o desmazelo com o bem público e o desrespeito com a vida do povo, em especial os mais pobres.
(baseado nos dctos – DGC, GS,ChL)
«Jesus, sabendo bem que tinha chegado a Sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele, que amara os Seus que estavam no mundo, levou o Seu amor por eles até ao extremo». E eis que, durante a refeição pascal, a última antes da Sua partida para o Pai, se revela um sinal novo: o sinal da Nova Aliança. «Até ao extremo» quer dizer: até Se dar a Si próprio por eles. Por nós. Por todos. «Até ao extremo» significa: até ao fim dos tempos. Até que Ele venha pela segunda vez.

